dade e insanidade. Perdemos os contornos da etiqueta, da ética, do sagrado (em si e em nós). Já não nos reconhecemos no outro! Estamos, cada vez mais, desaprendendo a argumentar racionalmente, objetivamente e com respeito. Passamos a defender pontos de vista, com parcialidade e agressividade impulsiva - aos berros, murros, tiros e perversidade.
A linha que separa o são do insano está borrada, tênue. A racionalidade contaminada por impulsos. O público e o privado cada vez mais indiferenciado.
A lei do menor esforço vigora na busca do prazer, como fonte de poder. E, no imperativo desse poder o humano vem se aproximando do caos, da desgovernança de si e da sociedade.
Uma sociedade saudável e sagrada é consciente dos valores que a orientam e que, portanto, precisam ser defendidos e preservados para uma existência digna daqueles que a compõem.
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